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Se você é mais um daqueles que já sacou que o Parkour não é só pular de muro em muro, essa notícia vai te agradar bastante. Nossos broders do Simeos Parkour (que cá pra nós, estão dando um show de trabalho nos últimos tempos!) criaram um repositório de artigos sobre movimento, parkour, alimentação e treino e deixaram disponível pra toda galera se informar. Mais fácil que isso só se tivesse um aplicativo pra baixar tudo direto pro cérebro!

Para ter acesso ao material basta clicar nessa frase enorme aqui de cor diferente!

Um abração pra galera de Guaianases que é foda pra caramba e super gente fina!


Por Gustavo Ivo

Pela 5° vez, no dia 02/08, praticantes de parkour em Recife se reúnem para doação de sangue

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Segundo conta Paulo Henrique (Duracell), a ideia surgiu em 2010 a partir do filme “7 vidas” com will smith. Ao perceber a mensagem do filme, Paulo levou a ideia de doação para os outros praticantes em que explica que um ato simples como a doação pode ter benefícios enormes para quem precisa, seja em tratamentos simples ou em caso de vida ou morte.

E ele complementa: ” Chegando lá a assistente social nos informou os benefícios, e que as vezes cirurgias eram adiadas por falta de sangue, e que só era feitas as mais urgentes. O banco de sangue sempre estava com o estoque abaixo da média para suprir esses procedimentos.”

” Todo mundo que foi gostou muito, e os que estavam nervosos viram que não é esse bicho todo.  A sensação de poder ajudar outras pessoas é contagiante.”

Eles também tiveram autorização para fotografar e filmar durante o procedimento, para que mais pessoas possam receber essa mensagem e incentivar a doação.

Paulo pede para os doadores irem com roupa de treinos, pois também é uma boa oportunidade de demonstrar para a sociedade que Parkour não é uma atividade de “vagabundo que pula muro”, como muitas vezes ainda é enquadrada, e que é uma galera que estava junta fazendo algo positivo. Ele ainda ressalta que a relação da doação com o “Ser forte para ser útil, não só para si, mas para os outros” do Parkour é bem próxima.

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Confira o vídeo completo da ação:

 

Recentemente no dia 09/08 o grupo Omnis Parkour também realizou o Dia Pk, com doação de sangue coletiva.

Parabéns a todos os envolvidos, e que muitas outras cidades estimulem mais ações como essa. Vocês nos enchem de orgulho.


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Melhor do que anunciar boas iniciativas é anunciar a conclusão de trabalhos bem feito em cima delas. E é isso que temos o prazer de trazer agora. Desde que eu me entendo por gente (tá… estou exagerando) que a Movimente Parkour trabalha na construção de um espaço de treinamento próprio. Como você mesmo pode checar, em 2010 chegamos a postar uma das primeiras chamadas para trabalho na chácara e o inicio dos trabalhos no pico. E agora ele terminou e vai ser inaugurado!

Nas palavras do atual diretor geral da Movimente Parkour:

“Trabalhamos desde antes o seu registro, em 01/03/2011, com a construção de um Centro Cultural e de Treinamento. O parkour foi a linguagem corporal que nos uniu, entretanto trabalhamos com outras atividades físicas e culturais. Nosso sonho está realizado e em crescimento. Após 4 anos de trabalho ocorre a tão sonhada Inauguração oficial. No dia do evento teremos lanche, Explanação dos projetos do grupo, serviços que prestamos, o histórico do grupo, demonstração de parkour, treino aberto e muita música para confraternizarmos. Mandem o mail e entrem em contato para pegar o Convite e confirmar presença!”

Estamos muito orgulhosos de todos os que fizeram parte desse sonho! E com certeza agora Brasília ganhou mais um motivo para valer uma visita!

 


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Esse tipo de notícia é bem gostosa de anunciar porque é fundamenta naquilo que mais admiramos na prática: essa vontade de instruir, de ajudar o próximo a compreender melhor o que é Parkour e com isso ajudar a toda essa nova geração de puladores. Então uma salva de palmas para esses meninos do Simeos Parkour que já há um tempo mantém esse trabalho muito bonito. Mesmo de longe eu sempre acompanho o corre-corre deles e é de uma responsabilidade formidável.

Por meio de projeto voluntário apresentado ao CEU Jambeiro em Guaianases em 2012, a unidade recebe aulas de parkour gratuitas todos os sábados e domingos, das 17h às 20h.

As aulas são abertas para todas as idades no espaço para treinos indoor.

Se quiser aparecer lá para conferir de perto:

CEU Jambeiro

Avenida José Pinheiro Borges, 60
Vila Campanela – Leste
São Paulo

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Em seus twiiters, Sebastien Foucan e Williams Belle divulgaram hoje uma foto que marejou os olhos de todo fanático por muros como a gente. Trata-se da primeira geração de praticantes do mundo unidos (que, se você não sabe, tiveram muitas tretas no passado e cada um seguiu o seu próprio caminho na arte do deslocamento). Para completar o time dos 9 primeiros que compuseram o Yamakasi só falta na foto o Guylian Boyeke, Yann Hnautra e Laurent Piemontesi.  Estão nela: Williams Belle, Alik Diouf, Charles Perriere, David Belle, Chau Belle-Dinh e Sebastien Foucan. Quem sabe do encontro não rola futuras novidades fodásticas?

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por Gustavo Ivo

Com apoio dos moradores e comunidade do bairro, praticantes dão vida ao pico da Chicolândia.

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A área em que o pico foi construído tem um valor especial, pois é o berço do parkour na cidade, que teve seu início em torno de 2006.

Com o passar dos anos junto à omissão dos órgãos públicos, a praça foi abandonada e sofreu alguns atos de vandalismo e degradação. A nova organização do PK-SG decidiu então juntar esforços para promover projetos sociais e cuidar da praça:  restauração, manutenção, limpeza, pintura, plantio, etc.  Assim, aos poucos, a prática foi conquistando espaço e respeito dos moradores ao perceberem que era um grupo que promovia ações positivas.

Segundo Jonas Fernandes Pimenta (Gap), ” O local também é tomado pelo tráfico, nós precisávamos ocupar o local com algo positivo para que o negativo se amenizasse, antes eles implicavam conosco, achavam que nós quebrávamos as coisas, mas depois viram que nós construímos ao invés de destruir, e atualmente também nos elogiam pelos atos sociais, como limpeza, plantio e etc..”

O pico foi construído em aproximadamente 3 meses, com o término na última semana, dia 20/07.  Segundo Gap, ” O processo de Construção foi através de doações de depósitos de pneus ( Paulinho Pneus e Reflumi ) que nos forneciam os pneus. Nós íamos buscar a pé mesmo, andávamos mais de 4 quilômetros carregando pneus, juntávamos uma galera de mais ou menos 10 a 20 pessoas para pegar, fomos construindo aos poucos, ficávamos o dia inteiro construindo, pegávamos aterro da praça mesmo, lugares que o solo não estava nivelado, nós nivelávamos e pegávamos a terra que tinha sobrado, tirávamos os entulhos e também utilizávamos e assim foi até o final.  Quanto a arrecadação usamos para comprar a barra de ferro, e as tintas, gastamos 200 reais no total”

A ação contou com o trabalho constante e apoio de boa parte do grupo em prol da causa, que essas ações sirvam de inspiração para todo o Brasil para que mais trabalhos e diálogos com a comunidade possam frutificar um Parkour mais forte e unido.

 

Confira mais fotos:

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Esse povo de Recife esta com tudo! Além de uma ótima matéria, tocando em pontos importantíssimos e muito bem explicados, ainda temos o convite para o Encontro Brasileiro que acontece em Pernambuco em dezembro!

Parabéns pra essa galera calanga! Estão mandando muito bem em tudo! E um salve também para VITRINE TV por abrir esse espaço e ser tão sincera com o conteúdo!


Todos que pesquisam sabem como é dificil muitas vezes encontrar a opinião pura dos primeiro praticantes do mundo sobre a divisão Parkour/Freerunning. Sem muito arrodeios. Sebastien Foucan, um dos pioneiros, falou com exclusividade a revista Go Outside a respeito dessa divisão e do quanto a arte do movimento tem perdido a cada dia mais os seus valores. O texto foi publicado na revista, mas já se encontra disponível para consulta online. Vale muito a pena para conhecer um pouco mais sobre o pensamento do cara e refletir um pouco sobre os rumos que estamos tomando em cada treino.

Amplie a postagem para ler, ou então clique aqui.

(mais…)


A APRPK inicia nova fase  e realiza assembléia para apresentar objetivos e discutir com os praticantes ativos

Para a galera de Curitiba e cidades próximas, se liguem no dia 31 de agosto: a assembléia é uma boa oportunidade de tirar dúvidas, apresentar propostas e entender melhor sobre as necessidades e ações de uma associação. Saiba quais serão as pautas aqui.10556302_271511156377484_2802822157537877299_n

 

Acompanhe abaixo uma ligeira entrevista com Cassio Junior, presidente da APRPK e também co-fundador da Ponto B, sobre esse evento:

Qual a importância de se criar uma associação no cenário paranaense?

A ideia de criar uma associação é de longa data. Na verdade, mesmo antes de trabalharmos com isso profissionalmente (com a Ponto B) o desejo inicial era juntar ospraticantes sério do estado, criar uma associação, e tentar difundir o Parkour por meio de projetos com incentivo federal, estadual e municipal. Aos poucos tomamos rumos diferentes e cada um foi para um lado.

No ano passado, tivemos um problema com a Guarda Municipal de Curitiba, onde por equívoco dos guardas, eles proibiram a prática de parkour na Praça 29 de Março, local mais tradicional do Parkour na cidade (desde 2004/2005). Com isso, fomos atrás da prefeitura e tudo ficou “resolvido”. Mas com essa situação, o que antes era ideia, surgiu como necessidade. Quando problemas como esse acontecem, e alguém vai reclamar seu direito, a primeira pergunta deles é “quem representa os praticantes de parkour da cidade?”. Quando ocorreu esse fato, quem representava era eu e mais uma meia dúzia de mais antigos na prática, mas isso não tem tanto respaldo. A preifeitura então uniu numa reunião as principais secretarias municipais envolvidas (saúde, esporte e lazer, meio ambiente, guarda municipal) e chegamos a conclusão de que havia a necessidade de montar uma associação, um órgão que representasse os praticantes daqui, para que a “autorização” para utilizar os locais públicos pudessem sair do boca-a-boca, e ser oficializado. Por conta dessa necessidade, decidimos nos reunir e tomar a atitude. A assembléia geral de fundação foi realizada no dia 01 de Setembro de 2013.

Quais os principais objetivos?

Os objetivos (previstos em estatuto) são divulgar o Parkour e ações que favoreçam o crescimento e melhor desenvolvimento da prática, organizar eventos, elaborar projetos que auxiliem o desenvolvimento do Parkour, orientar praticantes do Paraná na prática, orientar e informar interessados a respeito da atividade, buscar reconhecimento da sociedade e de órgãos públicos, conseguir autorização para a prática de parkour em locais públicos e privados, proporcionar benefícios diversos aos associados quanto à prática do Parkour. Os meios como se alcançam alguns objetivos desses passam por estruturação e organização da comunidade do Parkour, o que as vezes complica pois vejo que em vários lugares a maioria dos praticantes ainda é um pouco resistente quanto à isso.

Saindo da parte burocrática, o que é essencial para uma associação se iniciar?

Para montar uma associação é fácil, para fazê-la funcionar é difícil. Acho que não deveríamos sair da parte burocrática, pois ela é necessária e essencial, mas acredito que o primeiro e mais difícil passo que a comunidade deve dar é a conscientização. Infelizmente a maioria dos praticantes de Parkour não tem maturidade e conhecimento sobre a importância dessa “política”, dizem que não gostam, não se envolvem e só querem treinar. O problema é que quanto mais o parkour cresce, mais é preciso que as associações tenham respaldo. Digamos que em determinada cidade existem 500 praticantes, apenas 10 se envolvem com a associação, de repente surge um plano de revitalização de uma praça que é um pico de treino, eles vão chamar associação de moradores, comerciantes, etc. para discutir as normas de utilização da praça, tomam alguma decisão que desfavorece a prática do Parkour, que respaldo terá uma associação que quando for questionada, é composta por apenas 10 sócios? Não tem representatividade! Nós da diretoria atual da APRPK temos nos baseado em outras instituições que estão a muito mais tempo lutando para garantir seus direitos. Posso citar aqui a FEPAM (Federação PArananese de Montanhismo), que conseguiu mudar leis e decretos que iriam desfavorecer aqueles que eles representam. Mas isso só aconteceu pois eles tem representatividade, pois muitos montanhistas, escaladores, etc. se associam e mantém a instituição funcionando.

Muitas dessas pessoas que não gostam dessa política desfrutam do parkour e da “liberdade” de praticar nas praças em Curitiba, mas nem sequer pensam que se não fosse pelo esforço de alguns, essa “liberdade” estaria com os dias contados. E esse é o grande problema na minha opinião, é essencial para a estruturação e garantia do futuro do Parkour que as pessoas se conscientizem dessa necessidade. Quem faz a ABPK, a APRPK, e outras, são os praticantes, se eles não estão presentes (ou por motivos próprios ou por falha da diretoria em não abrir para associados), a associação não tem força nenhuma. Temos ainda muito trabalho pela frente, estamos engatinhando nessa parte, eu não sou especialista no assunto, estou aqui expressando minha opinião baseada em estudos que fiz sobre outras entidade. Acredito que nós precisamos mudar, se queremos que o Parkour tenha força daqui 10, 20 anos. Até por que, se pessoas com boa vontade e que acreditam no Parkour não se mobilizarem, logo pessoas de má fé se mobilizam e fazem o que nós devíamos ter feito.


Parkour Salvador realiza parceria junto a Ponto de Cultura

A parceria visa desenvolver atividades, oficinas e diálogos para apresentar e discutir o Parkour com a comunidade

Nesse mês de julho, a comunidade de praticantes de salvador firmou uma parceria com o Cine Teatro Solar Boa Vista – Ponto de Cultura do governo do Estado – para desenvolver uma programação que englobasse o Parkour como atividade cultural e esportiva.

A parceria é o primeiro passo do projeto “Parkour na Comunidade”, iniciativa que visa apresentar e disseminar o Parkour em diversos pontos da cidade de Salvador, junto a entidades e instituições esportivas e culturais, com oficinas gratuitas e abertas ao público.

Confira a programação abaixo:

27/07 – Domingo – Oficina de Parkour para iniciantes

São treinos orientados, em que o participante terá oportunidade de aprender sobre percepção corporal, coordenação motora, fortalecimento, filosofia e técnicas de Parkour. O treino tem duração de até duas horas, em que serão conduzidos por um instrutor geral – praticantes experientes, com 5 anos de prática ou mais – e auxiliares.

Evento no facebook

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28/07 – Segunda – Bate Papo: “Parkour, intervenção urbana e espaço público”

Bate papo com profissionais de diversas áreas – Arquitetura e Urbanismo, Educação física, Dança e praticantes de Parkour – para debater:

- O desenvolvimento da atividade nas cidades

- Quais os impactos em nossas relações diárias com a cidade

- Parkour como ferramenta de mudança comportamental e urbana

- Como a disciplina transforma o uso de espaços públicos como praças, parques e ruas.

Também serão exibidos vídeos para fomentar a discussão. O bate papo será gravado para ser disponibilizado depois aos praticantes do Brasil.

Evento no Facebook

 

Informações, dúvidas, sugestões:

grupoparkoursalvador@gmail.com

Parkour Salvador – http://www.facebook.com/parkoursalvador

Cine Teatro – http://www.blogdosolar.wordpress.com

 

- Gustavo Ivo, estreando aqui no PDG :)