Não é novidade pra ninguém que eu odeio a Jump Magazine, por isso vou tentar ser direto ao comentar a edição desse mês (que você já pode baixar na seção de downloads).  Expanda o tópico se quiser ler a minha crítica.

Na página 28 há uma matéria (que-se-salva) sobre inflamações em articulações. Nada comparado ao artigo foda que nosso amigo Rapha escreveu. A pessoa que a escreveu chega a brilhante conclusão que diante de um caso de inflamação duas saídas devem ser tomadas: Ir ao médico e começar tratamento com antiinflamatórios. É um novo gênio da medicina do esporte!

Na página 56 temos a indicação do vídeo “Parkour, Literally”. O engraçado é a descrição deles para o vídeo: “De vez em quando é legal voltar ao passado e ver um bom vídeo de Parkour sem giros; sabendo que ele vai causar um monte de discussões idiotas”. Que passado? Que discussão idiota? A UFF tem é que aprender que o que eles pregam não é a salvação do Parkour Mundial não. E que quem faz algo diferente do que eles pregam não tem nada de “velho”. Ora bolas!

Da página 58 a 89 temos a cobertura do campeonato “Art of Motion”. Quanto mais eu lia mais vergonha eu tinha. É que simplesmente eu não consigo entender como 3 juízes conseguem julgar mortais, movimentações e perfomances sem um código de pontuação. Eles apenas dizem: “Nossos critérios são: flow, criatividade, execução e dificuldade. No final vamos escolher os 3 melhores e aquele que conseguiu fazer o melhor trick.”. Tá bom. Já que é na base do “eu acho”essa competição deve ser realmente muito justa…

Para concluir:

A direção de arte da revista continua excelente. Assim como as fotos.
O resto pode jogar fora.