Antes de ler a notícia escrita por mim, gostaria que lessem o seu conteúdo original:
http://blogvoltzparkour.blogspot.com/2010/08/clip-do-making-of-documentario-voltz.html

Pois bem. Como vocês acabaram de ler, a empresa Voltz Parkour está em fase de pós-edição de um documentário sobre Parkour. Segundo o blog da empresa, o documentário estará disponível em 2011 e concorrerá a 10 festivais espalhados pelo Brasil.

A idéia é mostrar a atividade como parte da sociedade, com depoimentos de especialistas de diversas áreas (processo idêntico ao realizado pelo documentário My Playground) e não mais se preocupando em dar explicações de introdução ao universo do Parkour:

“No documentário em si, não haverá aquela coisa clichê de mostrar e descrever a definição do parkour e aquela coisa de ponto “A e ponto B”. Não me prendi ao conceito da década passada e sim da nova tendência declarada pelo David Belle de que criar e inovar também é superar obstáculos!”

Expanda o tópico para ler a minha opinião sobre o assunto e ter acesso ao making of não-oficial do documentário.

EDITADO: Resolvi dividir a postagem em duas para facilitar a leitura e a informação.

O que foi dito lá em cima  me preocupa muito. Que conceito novo é esse? E em que lugar da atmosfera eles viram que David Belle declarou uma nova tendência? Espero que eu esteja bastante errado e que isso não seja uma desculpa esfarrapada para dizer: “Nosso documentário não tem absolutamente nada do Parkour como foi originalmente criado e queremos mesmo é o radicalismo do Barclaycard e do Red Bull Art of Motion! U-hu!”.

Outra informação que deixa quem lê de orelha em pé é que “este é o primeiro Documentário de Parkour do Brasil, produzido por uma produtora, com um Roteiro e Projeto registrados na B.N.”.

Todo mundo está cansado de saber que o Samparkour dirigido por Wiland Pinsdorf, com co-direção de Arthur GW Guttilla e produzido pela Canvas 24p Filmes em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, foi o primeiro documentário registrado e realizado oficialmente no Brasil.

Mas não adianta chorar pelo leite derramado. Agora é esperar ajoelhado no milho que pelo amor de Deus tenham feito algo que não prejudique a imagem do Parkour no cenário brasileiro e que não tenham distorcido os valores da atividade como temos conhecimento que é de costume da empresa fazer.

Assim que maiores informações forem divulgadas, pode ter certeza que iremos postar. E se for preciso tirar o chapéu em reconhecimento ao trabalho da empresa Voltz, assim o faremos. Mas até lá ainda tem muito Parkour de David Belle pela frente.


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  1. LeandroLudwig disse:

    auhauhauhau…ultimamente essas tags ja tão resumindo tudo!
    mas eu acharia bacana pra caralho escutar o ponto de vista dos
    caras, pra saber qual o objetivo do documentario e blablabla…
    quemsabe num salt de cast ;)

  2. Esse assunto vai render. Fazer documentário né pra qualquer 1 não.

  3. Caires disse:

    concordo com o Leandro.

    ” documentario, eu tenho medo, pelo crossfox da stephanie não façam merda!, projeto, video, voltz parkour “

  4. Jean "G1" disse:

    Não gosto da idéia, mas acho que essa super preocupação e protecionismo do nosso parkour é exagerada.

  5. Duddu disse:

    Eu torço. Torço com todas as minhas forças pra que eles façam algo muito bom! Até porque se vai rodar o país em festivais, seria legal mostrar algo que realmente represente o Parkour. Mas cá pra nós Jean, quando foi que você viu a Voltz metida em algo legal dentro do Parkour? Por isso o medo. É um protecionismo justificavel.

  6. Jean "G1" disse:

    Relaxa, é só a voltz.

  7. Bottaro disse:

    Que loko, vou ver meus manolos num documentário, Forster e Leandro, quero ver monstruosidades!

  8. JoãoMarco's disse:

    Só espero que eles não saiam estragando a imagmn do Parkour pelo Brasil à fora.
    Mais vamos ver como fica.

  9. Olá Pessoal, quem escreve é o Humberto, Diretor do Documentário ao qual estão comentando acima. Primeiramente Parabenizo pelo Blog, um dos melhores, estou sempre acompanhando.
    Bem, A Linguagem com que se trabalha um assunto dentro do Cinema é infinitamente grande, podendo tratar um assunto da forma com que lhe apresentaram a proposta.
    Bem no meu caso foi de escolha minha criar um roteiro que falasse da visão de quem esta de fora desse mundo! (E também de quem pratica, é claro).
    No cinema isso é completamente válido e exigido por alguns festivais. (Chamado: Conflito).
    Quando me chamaram e tive a oportunidade de desenvolvê-lo, pensei: “o que mais existe por ai é documentários que falam sobre a origem e seus fundamentos.
    O que estou proporcionando é um novo leque de opções para nossa bagagem histórica, somente isso…

    Não quero que esse Documentário vire referência em nada, apenas aumente nosso acervo.
    Como, acredito, que 90% dos praticantes já assistiram Projeto Pilgrimage e outros vídeos que enfatizam bastante a forma de criação da Arte, resolvi tratar do mesmo tema, porém de forma diferente.
    Esse projeto servirá para nós praticantes entendermos o que pensam pessoas que não vivem em nosso “ambiente”, porém entendem e trabalham com coisas diretamente ligados ao que fazemos.
    Qualquer Traceur pode fazer um documentário sobre Parkour e cada um, abordar um tema diferente, sobre coisas que estejam ligados a dúvidas ou certezas ou até mesmo curiosidade.
    Imagina se todo Documentário sobre um assunto falasse exatamente sobre o mesmo tema? Não faria sentido… e é praticamente isso que aconteceria se insistisse nos mesmos assuntos.

    No início do Projeto estava até muito mais preso ao que já tinham feito e as respostas que tive, foram: Pow! Você ta falando as mesmas coisas! Documentário existe para ser um somatório com outros e não para se repetir! Palavras do “Mineiro”, um Documentarista respeitado no meio do Cinema.
    Gostaria que vocês não começassem a só pensar nas chamadas “Leis do Parkour” que parece que vocês seguem mais do que a própria Bíblia, rsrsrs…
    Pode deixar que não irei chamais distorcer a Arte. Não criei um projeto para mudar o parkour e sim para somar, mas alguns têm o costume de achar que o que soma para o crescimento de uma Arte é apenas repetir e repetir as mesmas coisas e os mesmos assuntos. Como uma “REZA”. Essas pessoas estão erradas, para se crescer é preciso falar de coisas diferentes que abram assuntos e idéias para se tratar a arte com mais consistência.

    Em segundo Lugar, a VOLTZ não esta envolvida com nada no Projeto, apenas os Praticantes.
    O Projeto é exclusivamente de minha autoria, apenas, então, por favor, esqueçam a Voltz nesse caso.
    A Produtora e Co-patrocinadora é a Unesa e Estácio de Sá.
    Em relação ao meu Registro, apenas falei que era o Primeiro por não constar nenhum registro na Biblioteca Nacional, talvez por eles terem feito isso através de outro órgão ou até mesmo nem terem feito pois só o nome de quem fez já serve como Marca, pois sei que o Diretor do SamParkour é muito bom. E não me preocupo em nada com isso, Quem correu atrás disso foi a produtora para apresentar aos festivais e ela deve saber o que esta fazendo.
    Inclusive achei maravilhoso o Samparkour e com certeza não verão a metade do investimento de orçamento, por isso não precisam nem comparar, pois serão projetos completamente diferentes, inclusive falando de Película.
    Ao invés de através desse tópico já começarem a pensar e se preocuparem se irão falar bem do parkour, se irão tratar o tema com seriedade, pensem que será um assunto novo para se abordar e entrei nesse projeto sabendo que no cinema jamais se agrada a todos, por isso que no mundo se produzem milhares de Documentários por ano.
    Querem saber um opinião minha: Acho que os temas abordados nesse filme, agradará mais ao público que esta começando ou que pensa em um dia começar a praticar, pois eles terão muitas respostas do “Porque fazem?, do Porque começam?, como a sociedade encherga?, onde querem chegar? Essas coisas.
    Fiquem tranqüilos que será um Documentário bem interessante, porém nada muito extraordinário, pois não é isso que quero e nem é isso que os festivais procuram e como estudo Cinema, tenho que seguir mais a linha como profissional do que como praticantes.
    Qualquer dúvida podem me mandar e-mail:

    humberto.cinema@gmail.com

    Um abraço a todos e espero ter explicado um pouco melhor desta vez.

    PULGA

  10. JoãoMarco's disse:

    Como vc disse vc quem esta criando tudo só, mais se ligue não seria melhor juntar um grupo de tracers influentes do Parkour brasileiro para dar ideias como vc irar tratar para não ficar muito chato vermos apenas seu ponto de vista e as pessoas poderam entender muito mais!

  11. JoãoMarco's disse:

    sei que não vem ao caso, mais a entrevista para a HBO foi muito interessante poq ouvimos os dois lados da moeda.

  12. Cara (três pontinhos)

  13. Barolli disse:

    “No documentário em si, não haverá aquela coisa clichê de mostrar e descrever a definição do parkour e aquela coisa de ponto “A e ponto B”. Não me prendi ao conceito da década passada e sim da nova tendência …”

    “Acho que os temas abordados nesse filme, agradará mais ao público que esta começando ou que pensa em um dia começar a praticar”

    Ai ai…

  14. Alberto disse:

    Berim, xo te dar uma ideia..

    Cd é maconha..

  15. Meu Deus do Céu, vocês parecem que querem e gostam de confusão! Nossa Senhora… rsrsrs.
    Agora, quer dizer que para começar a falar algo sobre o Parkour ou filmar alguma coisa sobre o parkour, sou obrigado a chamar pessoas influentes! hahahahahahaha, Ai meu Deus! Só rindo mesmo!!!! Pq se não fizer isso as pessoas vão falar ou apoiar os que se acham os bãbãbães… Pode Ter certeza que só tem pessoas influentes no assunto, isso eu posso garantir, e foram muito bem selecionadas.
    Mais um vez eu falo, fazer Cinema é não se prender ao que já existe, é Inovar, criar.
    E Vou repetir, não irei alterar em nada o Parkour, pelo contrário, irei mostrá-lo exatamente como ele é, mas de uma visão diferente.
    O que vocês não entendem nunca, é que mudar a visão de como contar, jamais será mudar a base da história!!!!!
    Vê se colocam isso na cabeça e parem de ser cabeça-dura. Vou repetir mais uma vez para ver se entra nessas mentes hipnotizadas.
    Vou falar da origem também, mas a base é contar e mostra a visão do praticantes e de pessoas de fora do nosso mundo.

    Mais uma coisa por favor parem de ficar copiando e colando, coisa feia parece coisa de mulherzinha, achei que poderiam ter mais criatividade e citar seus comentários criando novos e não colando trechos que mostram a idéia muitas vezes distorcidas.
    Tenho certeza que podemos manter um bate-papo interessante. por favor não fazem igual ao criador do tópico, porque muitas vezes é repulguinante.

    Apesar de não ter gostado das piadinhas dos “Tags” e da forma que ele distorceu e dividiu, propositalmente, para dar ênfase nas palavras e não no sentido da frase, em meu post original, tenho que ficar quieto pois sou um intruso aqui nesse blog e sei disso, qualquer coisa que eu fale servirá para criarem um motivo para respostas!!!
    e no final das contas sempre serei o errado!! Achei que aqui pudesse ser diferente da Comunidade “ParkourBrasil”, espero que possa! torço para isso.

    Bem tenho certeza que já me expliquei e respondi todas as posiveis questões envolvendo o Projeto de Documentário.

    Dudu gostaria de ouvir muito sua opinião por completo. Por que você não me manda um e-mail bem trabalhado de tudo o que vc pensa e sente em relação a “tudo”.
    Sabe pq? poque ai eu posso fazer o mesmo e te mandar também um e-mail falando “tudo”, hahahaha ai depois se vc quiser divulga no blog para todo mundo ver e não só o que você pensa, (“Ôh, Senhor das Palavras, que de tudo sabe.”) E não vale copiar e nem colar, hein? hahahaha

    Um abraço a Todos, obrigado pelas críticas, podem ter certeza que as usarei para melhorar ainda mais!

    Desculpe se algumas palavras soaram de uma forma mais forte, não foi inha intensão.

    Abraço a todos

  16. Duddu disse:

    Humberto, cuidado. Quem posta nos comentários são as pessoas que leem o pulo do gato. Não é necessariamente uma opinião unanime e nem a dos criadores do blog. Seria legal separar as coisas.

    Minhas opiniões sobre você e a Voltz sempre foi muito claro. Na verdade sobre tudo. Optei por dividir a postagem em duas apenas para separar o que é noticia do que é minha opinião (e que, como disse anteriormente, espero me surpreender com o que fizeram).

    Mas então, seguindo a tradição do blog, aceita participar do próximo podcast falando sobre o assunto? Ninguem melhor do que você para comentar sobre isso tudo. E é válido que sempre escutemos todos os lados de uma mesma moeda. O convite está feito, e sem ressentimentos algum.

    Sucesso no projeto. E espero de coração retornar aqui pra dizer que o documentário é magnifico.

  17. Eu sei, Dudu, te entendo, também penso o mesmo de sua Equipe que no final acaba sendo igual a nossa, é só terem oportunidade!

    Mas como nesse caso a Minha Equipe não tem nada haver com o assunto, foi mal interpretado de sua parte falar da VOLTZ. Temos Raízes artísticas sim e nunca escondemos isso, em nossos trabalhos usamos de várias artes, mas nossos treinos é somente PARKOUR, claro, temos treinos que são só de acrobacias também, mas tentamos fazer de tudo um pouco. Isso indifere de não termo a plena certeza da Filosofia do Parkour. pode ter certeza estamos sempre lendo e estudando, igual a Você!

    Continuando, Ficaria imensamente lisongiado em participar dessa inovadora forma de passar as notícias sobre o Parkour, mais ao mesmo tempo ficaria muito preocupado da forma que iriam conduzir o assunto. é Claro que aceito, sem dúvidas nenhuma, mais não vou aceitar que me repriendam de forma alguma. tornando o que poderia ser uma conversa boa em um julgamento até porque estarei sozinho falando de um projeto que estou fazendo para todos nós que vocês vão fazer questão de “atacar” e eu me “defender”!!!! Não quero que isso aconteça, até porque não tem motivo algum.
    Faço questão de deixar registrado aqui par que todos vejam.
    Não preciso fazer nada disso, faço para os outros 46mil e também para esclarecer que o Documentário só irá somar para o crescimento da Arte no brasil e que ele não é menos importante que os textos que vc escreve ou as legendas que coloca nos videos, independente de como irei tratar o assunto.
    Outra Coisa se o tema será sobre o Documentário, não quero que vcs aproveitem a oportunidade para falar da VOLTZ, por que ai vcs já me conhecem vou falar poucas e boas também que tenho gardado aki, sobre os “bastidores” do PARKOUR.
    Registrado isso, Adoraria participar do PodKast

    Me mande um e-mail para me explicar como funciona tudo, o dia, a hora, tópicos, essas coisas.
    humberto.cinema@gmail.com

    abraço

  18. me desculpem os errinhos de português!

  19. Duddu disse:

    Humberto, a Voltz somente foi mencionada porque a noticia saiu no site deles. Então fomos levados a crer que a empresa seria a responsável pelo projeto. Futuramente quando for divulgar o documentário não iremos cometer o mesmo erro e associar o projeto ao seu produtor, no caso, você.

    Não precisa temer. O profissionalismo nesse caso vem acima de desavenças pessoais. E espero que tenhamos um bate-papo descontraido sobre o assunto como sempre ocorreu nos saut de casts.

    Te mandarei um email com as informações necessárias.

  20. Ok, fico feliz! então.
    Aguardo o e-mail

    abraço

  21. Leonard Akira disse:

    Duddu uma coisa a se pensar tambem para que as noticias nao INCENTIVEM comentarios maliciosos ou distorcidos sobre projetos ou noticias é analisar o que é postado na tag da postagem:

    Tags: documentario, eu tenho medo, pelo crossfox da stephanie não façam merda!, projeto, video, voltz parkour

    Comece retirando o voltz parkour da tag porque nao tem nada a ver como ja foi esclarecido.

    E aproveito para comentar que nao achei o Samparkour um documentario tão claro sobre nossa atividade e creio que faltou algo la que talvez esteja presente no documentario do Humberto (Pulga). E sobre o que o João marcos falou sobre celebridades do parkour, cara esquece isso. Quem faz o parkour nao sao os traceurs conhecidos sao os iniciantes e os que se empenham diariamente nos treinos para evoluir e repassar o que aprenderam. Nenhum grupo aquii é dono da verdade, temos tracers bons mais tbm temos os tracers de computador e os tracers que so querem incentivar discussoes, pense nisso.

    Espero ter contribuido.

    Abraços Duddu

  22. Barolli disse:

    AFF…

    Chorô parô, ein…

  23. Então esta marcado, recebi um convite bem formal do Dudu por e-mail me convidando para amanhã (quinta) estar presente as 22h no Skype para participar do Saut de Cast 16 – com o tema do Documentário…
    Eu sem pensar 2 vezes aceitei, para que assim possa escuta-lo ao invés de dar tempo para muitos lerem e escreverem coisas distorcidas. Só de não haver copia e colagem, sei que conversando por voz será mais fácil de compreenderem meu simples objetivo: Documentar o tema “PARKOUR” da forma com que eu enchergo, ajudando assim a aumentarmos nosso acervo histórico.
    Até mais

    Humberto Monteiro

  24. Priscilla Magalhães disse:

    Quando li: “este é o primeiro Documentário de Parkour do Brasil”, imediatamente me veio à cabeça : “e o Samparkour???”. Mas fiquei na minha né.. =x

  25. Será que vai ser menos chato do que o Jump London?

  26. wallace disse:

    Bastidores do Parkour???? O Povo precisa saber………..

  27. Fillipe Ramos disse:

    rs.. O que será que rolou nos bastidores do parkour no Brasil?

    O Povo precisa saber…²
    o/

  28. Chico disse:

    É, será legal a participação do Humberto no Saut de Cast, mas de qualquer forma ele é o diretor… Temos que esperar ser lançado, assistir e tirar cada um suas conclusões. Assim tornar esse debate consistente.

    O Samparkour foi lindo, ele passou o que queria passar… belas imagens!

  29. Gustavo disse:

    Realmente espero que o projeto não distorça a imagem do parkour, afinal PARKOUR é sinonimo do belle, fujiu disso não é parkour e ponto.

    Mostrar parkour de uma forma difrente? acho meio dificil do geito que o humberto falou, afinal NA MINHA opinião parkour vai ser sempre o que as pessoas estao acostumadas a ver e nós a fazer… mas espero estar errado e ver algo que contribua ao parkour, e nao mude o que penssamos e sentimos pelo nosso parkour.

    nossa falei 7 veses “parkour” riariararia
    abrasso p tds ^^

  30. Vitor Casemiro disse:

    eu não acho o samparkour tão foda assim, dava pra ser bem melhor.
    o melhor do samparkour são as locaçoes e a presença do zico.

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