Hoje, sem mais nem menos, nosso amigo de sotaque forte Edi  Lemon Eduardo Rocha, ou Duddu para os íntimos e não-íntimos, postou em seu facebook a respeito de seu mais novo projeto. Seu primeiro livro, comemorando seus 6 anos de Parkour! \o/

Esse projeto, que ainda está sendo fecundado no cotidiano do Caba Macho mais Disney Chanel do parkour, está apenas começando, mas já conta com uma simpática introdução. Expanda a postagem para ler!

A equipe do PdG parabeniza a iniciativa desse tracer que se dedicou tanto por nossa atividade. Ajudando a modificar o “cenário parkourístico” de sua cidade, estado e  país; sempre promovendo o treino, a união e o amor. Força nessa nova empreitada Duddu! Certamente uma futura leitura que agregará ao parkour ao NOSSO parkour!

Oficialmente, desde o inicio do ano, o Parkour é a atividade que mais durou e a qual eu mais me empenhei (antes eu fiz ginástica artística durante 6 anos).

Para comemorar, tenho dedicado boa parte do meu tempo livre a escrever meu primeiro livro (com publicação, provavelmente, no final do segundo semestre).

Sem mais delongas, agradeço a todo mundo que fez e faz parte dessa minha jornada e espero que se sintam, nem que seja somente um pouco, representados com meu trabalho.

Bjo pra todo mundo e segue aí embaixo a introdução dele.

INTRODUÇÃO

Quando a idéia de escrever este livro brotou em minha mente, só conseguia imaginar como seria prazeroso vasculhar minhas experiências e condensar em tópicos os aprendizados que obtive através da prática. No entanto, somente ao empunhar o lápis no papel eu tive a dimensão de quantos novos obstáculos essa jornada me obrigaria a ultrapassar.

O primeiro deles foi me acostumar com a idéia de que, compartilhar esses meus seis últimos anos em um livro que conceitua, aponta, identifica e estabelece relações entre a vivência cotidiana e o ambiente de treino, não seria uma prepotência e certa afronta à comunidade do Parkour. A todos que fazem parte dela, o meu respeito e um conselho: escrevam também seus próprios livros, atualizem seus blogs e mantenham viva a nossa literatura.

Por esse motivo, e pelos princípios individuais que levam cada praticante a enfrentar os meus mesmos desafios sob uma ótica diferenciada, eu espero que meus leitores-praticantes sejam complacentes consigo mesmos e dispostos a retirar o máximo de proveito das informações aqui descritas.

Aos não praticantes, minha ambição é que este livro seja um mergulho reflexivo em nosso universo e que ele ajude a clarear um pouco a forma como a mente de um “pulador de muro” funciona. Vocês sempre foram alvos da minha preocupação porque a mídia, de uma forma geral, não poupa esforços em sempre apresentar o Parkour como o esporte mais radical da estação.

Sejam todos bem vindos a um livro não radical. E a um Parkour menos ainda.